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Livros

  • A Bofetada (Christos Tsiolkas)
    A Bofetada (Christos Tsiolkas)

    O que pode representar uma bofetada - principalmente se dada ao filho de um amigo - foi o mote do autor para arranjar uma história bem urdida e com amplas repercussões. A Bofetada, livro com personagens bem trabalhadas, é uma boa oportunidade para reflectirmos nas vicissitudes dos tempos que correm.

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  • A Conversa de Bolzano (Sándor Márai)
    A Conversa de Bolzano (Sándor Márai)

    Uma obra-prima de Sándor Márai, escrita brilhantemente. Giacomo Casanova, personagem central do livro, cola-se-nos à memória e não nos larga mais. Li tudo (ou quase tudo) deste autor, talvez esto romance mítico seja o que mais se aproxima de «As Velas Ardem Até ao Fim». 

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  • A Festa do Chibo (Mario Vargas Llosa)
    A Festa do Chibo (Mario Vargas Llosa)

    Trinta e um anos de ditadura Trujillo, o Benfeitor, o generalíssimo, o deus dos dominicanos. O relato da perseguição e das represálias que sofreram os autores do assassinato do ditador. Atrocidades inimagináveis, acontecimentos pavorosos que nos tiram o sono. Uma obra sublime que jamais se esquece.

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  • A Insustentável Leveza do Ser (Milan Kundera)
    A Insustentável Leveza do Ser (Milan Kundera)

    «Mas o homem, porque não tem senão uma vida, não tem nenhuma possibilidade de verificar a hipótese através de experimentos, de maneira que não saberá nunca se errou ou acertou ao obedecer a um sentimento.» A obra combina temas como filosofia, política e amor. Deslumbrante. 

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  • A Metamorfose (Franz Kafka)
    A Metamorfose (Franz Kafka)

    Começa assim: «Numa manhã, ao despertar de sonhos inquietantes, Gregório Samsa deu por si na cama transformado num gigantesco insecto. Estava deitado sobre o dorso, tão duro que parecia revestido de metal, e, ao levantar um pouco a cabeça, divisou o arredondado ventre castanho dividido em duros segmentos arqueados, sobre o qual a colcha dificilmente mantinha a posição e estava a ponto de escorregar.»

    Para ler, reler, pensar, repensar. 

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  • A Montanha Mágica (Thomas Mann)
    A Montanha Mágica (Thomas Mann)

    Dá vontade de dizer que se A Montanha Mágica de Thomas Mann não existisse a Literatura não seria aquilo que é.

    Mann criou personagens com tamanha consistência, que passei a vê-las como se de pessoas se tratassem. A Montanha Mágica é, quanto a mim, uma das melhores obras literárias de sempre.

     

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  • A Náusea (Jean-Paul Sartre)
    A Náusea (Jean-Paul Sartre)

    Através de Antoine Roquentin - um personagem solitário e conturbado -, Sartre abraça a questão do existencialismo e a corrente de que existimos antes mesmo que a nossa essência seja definida. Um livro para ler e reflectir. Estupendo.

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  • A Valsa do Adeus (Milan Kundera)
    A Valsa do Adeus (Milan Kundera)

    Porquê o título «A Valsa do Adeus»? Porque Kundera faz-nos dançar com sete personagens e com as suas contradições, porque enche o livro com coisas que oscilam entre o belo e o feio, porque nos faz reflectir com tremenda sabedoria e mestria sobre o bom e o mau. A uma certa altura Kundera diz: «O desejo de ordem é ao mesmo tempo um desejo de morte, porque a vida é uma perpétua violação da ordem». Um livro fabuloso de um autor que há muito tempo deveria ter sido laureado com um prémio Nobel.

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  • Amor em Tempos de Cólera (Gabriel Garcia Marquez)
    Amor em Tempos de Cólera (Gabriel Garcia Marquez)

    Gabriel Elígio Garciá apaixona-se por Luiza Márquez, mas tem de enfrentar a oposição do pai, que tenta impedir o relacionamento enviando a filha para o exterior. Para manter a ligação, Gabriel monta, com a ajuda de amigos telegrafistas, uma rede de comunicação. Um romance com um domínio impressionante da forma narrativa.

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  • Anna Karenina (Leon Tolstoi)
    Anna Karenina (Leon Tolstoi)

    Enredo à volta da história de adultério de uma mulher em plena Rússia do século XIX, e da análise da sociedade nessa época. Um livro belo!

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  • As velas ardem até ao fim (Sándor Márai)
    As velas ardem até ao fim (Sándor Márai)

    As velas ardem até ao fim - um dos romances mais admirados e emblemáticos de Sándor Márai - é uma obra de texto fácil mas repleta de profundas reflexões. Magia literária em redor de um sentimento forte que se chama amizade própria. As velas ardem até ao fim, uma relíquia para ler e reler.

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  • Butcher´s Crossing (John Williams)
    Butcher´s Crossing (John Williams)

    Saturado do mundo e desejoso de aventura, o jovem Will Andrews decide viajar para o Oeste. Aí conhece um caçador, negociante de peles, que o convence a participar na maior caçada de búfalos de sempre. O massacre é dantesco e dantesa é a luta pela sobrevivência... Uma história interessantíssima escrita por um grande autor.

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  • Cem Anos de Solidão (Gabriel Garcia Márquez)
    Cem Anos de Solidão (Gabriel Garcia Márquez)

    «Cem anos de solidão», um livro que merece cem leituras e cem reflexões.  Estamos a falar do romance que deu fama a Gabriel Garcia Márquez, nobel da Literatura. Uma obra para gente de todas as leituras, de todos os matizes, com ou sem fantasmas, um livro que ficará nos anais da História da Literatura. 

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  • Cenas da Vida de Aldeia (Amos Oz)
    Cenas da Vida de Aldeia (Amos Oz)

    Amos Oz apresenta-nos as personagens de uma aldeia em sete histórias peculiares. À medida que vamos lendo e folheando, vamo-nos surpreendendo com tão enigmáticos aldeões. Como o impaciente Pessach Kedem, velho de grande estatura, que errava como uma alma penada pela casa; como Dani Franco, falecido no dia do seu quinquagésimo aniversário; como Yardena, frágil e delicada, e a forma como mostra a casa - autêntico labirinto -, a quem a vai comprar. Cenas da Vida de Aldeia, simplesmente fabuloso. 

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  • Crime e Castigo (Dostoiévski)
    Crime e Castigo (Dostoiévski)

    Crime e Castigo é para mim a obra-prima de Dostoyevsky, uma das mais influentes da literatura clássica. O autor transporta-nos pelos corredores da loucura, do ódio, da redenção. Lê-se compulsivamente!

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  • Deserto (Jean-Marie Le Clézio)
    Deserto (Jean-Marie Le Clézio)

    Chama-se Jean-Marie Gustave Le Clézio, ganhou o Nobel da Literatura em 2008. Foi com oito anos para a Nigéria, onde o pai, médico de profissão, foi colocado durante a II Guerra Mundial. Talvez esta vivência explique o conhecimento e sensibilidade que tem de África e que lhe permitiram escrever Deserto, a grande obra-prima do autor. Le Clézio criou uma personagem riquíssima - a jovem Lalla - que anda pelas colinas do deserto, onde guerreiros, crianças, mulheres, velhos e animais, fogem da morte. Lalla, que chega a Marselha, onde trabalha como criada de um hotel, para se tornar mais tarde numa célebre modelo que cintila por onde passa, brilho que em situação alguma lhe retira a vontade de regressar ao deserto onde cresceu. Lalla, Lalla, Lalla! 

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  • Divórcio em Buda (Sándor Márai)
    Divórcio em Buda (Sándor Márai)

    Talvez? Não seria médico, se não conseguisse salvá-la. Era um caso de escola... ensina-se em todo o lado, um desses casos em que, efectivamente, sabemos qualquer coisa, sabemos ajudar. Largo a seringa, sento-me a seu lado, tomo-lhe o pulso, olho-a. Com um lenço limpo a espuma dos lábios. Olho-a longamente. Nesse transe, sei que nada farei para salvar Anna. Escolheu aquele caminho, já está longe o mais difícil, deu o primeiro passo. Não dá conta de mais nada. Foi com passo leve que pôde, como num sonho - num sonho, de facto, no sentido próprio do termo -, passar da vida à morte. 

    Divórcio Em Buda, de Sándor Márai, o húngaro que escreveu As Velas Ardem Até ao Fim. Ficamos a amar ainda mais a literatura quando acabamos de ler um livro como este.

     

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  • Elogio da Madrasta (Mário Vargas Llosa)
    Elogio da Madrasta (Mário Vargas Llosa)

    Mário Vargas Llosa não se contenta com menos, agudiza-nos os sentidos ao ponto de ficarmos suspensos até à última linha. E a seguir suspiramos fundo, já com pena de termos de nos separar da Lucrécia, de Rigoberto e de um demoniozinho chamado Fonchito.

    O Elogio da Madrasta – que se lê num abrir e fechar de olhos –, é um livro arrojado, sensual, um pouco perverso até, mas extraordinário na sua atroz e embriagante beleza.

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  • Enredo Conjugal (Jeffrey Eugenides)
    Enredo Conjugal (Jeffrey Eugenides)

    Enredo Conjugal.  de Jeffrey Eugenides, é mais do que um romance de amor. Os protagonistas - Madeleine, estudante de Estudos Ingleses, Leonard, maníaco-depressivo, e Mitchell, estudante de teologia -, procuram uma saída profissional. Madeleine sente-se agarrada a Leonard, mas é em Mitchell que pensa muitas vezes. O estudante de teologia parte para uma longa viagem com a esperança de descobrir o sentido da vida. Idealismo, paixão, romantismo e utopias, a contrabalançar com a vida real, dão consistência ao «enredo conjugal» de Eugenides, autor de As Virgens Suicidas

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  • Filhos e Amantes (D. H. Lawrence)
    Filhos e Amantes (D. H. Lawrence)

    Brilhante romance de D. H. Lawrence. Filhos e Amantes é a história das crises conjugais dos pais de Lawrence e as repercussões que daí advêm na formação e no carácter dos filhos. Este livro é um verdadeiro tesouro.

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  • Imortalidade (Milan Kundera)
    Imortalidade (Milan Kundera)

    Imortalidade oferece-nos várias tramas sob a forma de ensaio e a possibilidade de mergulharmos ao fundo da ambiguidade das personagens. São elas mas podíamos ser nós. Kundera – autor tcheco, nascido em 1929, cidadão francês desde 1980 – interage com essas personagens oferecendo-nos vasta matéria de reflexão.

    Não é apenas um livro excelente, é um dos livros da minha vida.

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  • Longe da Multidão (Thomas Hardy)
    Longe da Multidão (Thomas Hardy)

    «Longe da Multidão» é um dos mais interessantes romances de Thomas Hardy. Gabriel Oak apaixona-se pela belíssima Bathsheba mas não está só, vai ter de contar com o sargento Troy e com o agricultor Boldwood. O xadrez do amor e a grande literatura de Thomas Hardy, dois argumentos fortíssimos para se ler ininterruptamente este romance.

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  • O Animal Moribundo (Philip Roth)
    O Animal Moribundo (Philip Roth)

    Philip Roth é um dos meus autores favoritos. «Animal Moribundo» foi o segundo dos muitos que já li. Kepesh, crítico de arte, sessenta anos de idade, um apologista de relações sem compromisso, apaixona-se por uma estudante de vinte e poucos anos. Roth conta uma história tórrida e atípica, longe do julgamento e das boas maneiras morais! A aventura erótica evolui ao longo de oito anos mas pelo caminho há espaço para reflexão sobre os valores contemporâneos. Para onde se encaminha a sociedade actual? Um livro maravilhoso!

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  • O Complexo de Portnoy (Philip Roth)
    O Complexo de Portnoy (Philip Roth)

    Alexandre Portnoy confessa-se de uma forma surpreendente e hilariante. Um tema à volta do complexo de Édipo e dos preconceitos apesar de vivermos no séc. XXI.

    Philip Roth no seu melhor!

     

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  • O Estrangeiro (Albert Camus)
    O Estrangeiro (Albert Camus)

    É um pequeno-grande livro. Pequeno no número de páginas, grande na dimensão e no humanismo que Camus (1913-1960) imprime. A história anda à volta do julgamento de um homem que não chorou no enterro da mãe. O ter assassinado outro homem é na verdade uma história secundária. Imperdível, é considerado (e bem) um dos melhores livros do século XX. 

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  • O Estranho Caso de Dr. Jekyll e Mr. Hyde (Robert Louis Stevenson)
    O Estranho Caso de Dr. Jekyll e Mr. Hyde (Robert Louis Stevenson)

    Um advogado, amigo dos seus amigos, um médico - Jekyll - que ora aparece ora desaparece, e uma figura sinistra chamada Mr. Hyde, são algumas das personagens deste conto gótico que se tornou parte do jargão inglês, com a expressão «Jekyll e Hyde» usada para indicar uma pessoa que age de forma moralmente diferente consoante as situações. Uma história interessantíssima.

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  • O Evangelho Segundo Jesus Cristo (José Saramago)
    O Evangelho Segundo Jesus Cristo (José Saramago)

    O Evangelho Segundo Jesus Cristo (1991) era, até Caim, a obra mais polémica de José Saramago. O livro relata a vida de Jesus, sendo de destacar a relação que Ele tem com Maria Madalena.

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  • O Feitiço da Índia (Miguel Real)
    O Feitiço da Índia (Miguel Real)

    Resumo do e-mail que enviei ao Miguel Real, assim que acabei de ler o livro:

    História, peripécias, descrições, sentimentos, cores, cheiros, uma carruagem cheia de acontecimentos. Um romance extraordinário, uma obra candidata a prémios.

    Parabéns.

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  • O Idiota (Dostoiévski)
    O Idiota (Dostoiévski)

    O Idiota é uma obra intemporal do grande génio chamado Dostoyevsky. Neste livro, o autor relata o que pode suceder a um homem puro quando confrontado com um contexto impuro.

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  • O Memorial do Convento (José Saramago)
    O Memorial do Convento (José Saramago)

    Memorial do Convento é um dos mais conhecidos romances de José Saramago e é provavelmente aquele que mais contribuiu para a conquista de Nobel da Literatura. A obra apresenta duas histórias paralelas: a da construção do Convento de Mafra por D. João V e a história de amor entre Baltazar sete-luas e Blimunda sete-sóis.

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  • O Quarteto de Alexandria (Lawrence Durrell)
    O Quarteto de Alexandria (Lawrence Durrell)

    O Quarteto de Alexandria centra-se na história de Justin, mulher do banqueiro Nessim, de Leila, mãe do banqueiro, de Justine, Balthazar, Mountolive e Clea, bem como de um conjunto de amigos que vivem em Alexandria, no período anterior à Segunda Guerra Mundial. Superior mesmo, é a descrição das personagens e o contexto que as envolve. Contam-se pelos dedos os escritores com a mestria de Lawrence Durrell. O Quarteto de Alexandria é um livro soberbo, um livro de outra galáxia. 

     

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  • O Retrato de Dorian Gray (Oscar Wilde)
    O Retrato de Dorian Gray (Oscar Wilde)

    O Retrato de Dorian Gray conta a história de um jovem que se torna modelo para uma pintura do artista Basil Hallward. E depois temos Lord Henry Wotton, um aristocrata que o seduz para a sua visão do mundo, onde o único propósito que vale a pena ser perseguido é o da beleza e do prazer. Um final surpreendente!

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  • O Vento Assobiando nas Gruas (Lídia Jorge)
    O Vento Assobiando nas Gruas (Lídia Jorge)

    A história centra-se em torno da relação entre Milene e Antonino Mata, figuras-chave no confronto entre duas famílias de raízes e vivências diferentes. Milene é a figura central, é através dos seus olhos que entramos na obra. Ler O Vento Assobiando nas Gruas é aventurarmo-nos na grande Literatura.

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  • O Vermelho e o Negro (Stendhal)
    O Vermelho e o Negro (Stendhal)

    O romance «O Vermelho e o Negro», escrito em 1830, é a obra-prima de Stendhal. O livro gira à volta de Julien Sorel, jovem ambicioso e sem escrúpulos, que é sem dúvida um dos personagens literários mais fascinantes de todos os tempos.

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  • Onde Mora a Felicidade (Pearl Buck)
    Onde Mora a Felicidade (Pearl Buck)

    Pearl Buck, americana, estudou em Xangai até os quinze anos, e trabalhou num abrigo chinês que albergava mulheres escravas e prostitutas.
    Não admira assim que nos fale nos seus livros da sua China profunda, e dos sentimentos e da mente e do coração das mulheres. Mulheres que podem ser mães, filhas, avós, ou até mesmo concubinas. Uma escrita simples mas profunda e envolvente. Uma artesã da escrita.

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  • Orlando (Virginia Woolf)
    Orlando (Virginia Woolf)

    A escritora Virginia Woolf nasceu em Londres (1882) e é uma das minhas referências. Publicou Orlando, em 1928, que é a história de um jovem que um dia acorda mulher! Um livro para se ler várias vezes na vida...

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  • Os Miseráveis (Victor Hugo)
    Os Miseráveis (Victor Hugo)

    Um fabuloso clássico, aquilo que eu chamo de grande literatura. A história centra-se em João Valjean, preso por ter roubado um pão para alimentar a família, com pena agravada para trabalhos forçados nas galés por ter tentado fugir. Pelo meio temos ainda a Revolução Francesa e a Batalha de Waterloo. Uma escrita brihante, um livro fabuloso.

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  • Stoner (John Williams)
    Stoner (John Williams)

    Ler «Stoner», romance publicado em 1965 mas caído no esquecimento. foi descobrir John Williams, um grande autor americano, descoberto bastante depois da sua morte.  A escrita de John Williams é simples mas apelativa, enxuta mas rica, frequentemente comovente. É um livro cheio de ricas reflexões e ensinamentos. Recomendo vivamente. 

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  • Terra Abençoada (Pearl Buck)
    Terra Abençoada (Pearl Buck)

    Galardoada com o prémio Nobel da Literatura, Pearl Buck surpreende neste livro - como em muitos outros -, pela forma sublime como descreve neste clássico, belo e intemporal, a história de vida de um homem humilde ao longo da sua vida. A descrição de algumas das peripécias da mulher, outrora escrava, é de fazer parar a respiração. «Terra Abençoada» é sem dúvida uma obra-prima. 

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  • Travessuras de uma Menina Má (Mario Vargas Llosa)
    Travessuras de uma Menina Má (Mario Vargas Llosa)

    Travessuras da Menina Má é um romance de amor cheio de encontros e desencontros ao longo de quatro décadas. Uma história avassaladora com Mario Vargas Llosa ao seu melhor estilo!

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